BBVA aborda os desafios da mobilidade sustentável juntamente com Monbus, Repsol ou o Inega
A entidade financeira organiza um encontro na Corunha com especialistas do setor público e privado para analisar aspetos como a eletrificação de frotas, o financiamento ou a necessidade de infraestruturas
BBVA reuniu dirigentes, especialistas e empresas em A Corunha para abordar os desafios da mobilidade sustentável e a descarbonização do transporte. O encontro realizou-se esta quinta-feira no Nordés Club Empresarial e contou com a participação de representantes do setor público, como o diretor do Instituto Enerxético de Galiza (INEGA), Pablo Fernández Vila; e dirigentes de companhias como Monbus, Grupo TT ou Repsol, aos quais se juntaram especialistas em sustentabilidade e mobilidade.
O evento colocou o foco no financiamento para avançar rumo a modelos de mobilidade mais eficientes e desenvolveu-se através de mesas de debate centradas na estratégia empresarial, na eletrificação de frotas e no desenvolvimento de infraestruturas. Ao longo da manhã foram partilhadas experiências e visões sobre como enfrentar este processo de transformação, num ambiente onde as decisões tomadas hoje marcarão o futuro do transporte nos próximos anos.

Manuel Otero, diretor de Soluções do BBVA na Regional Noroeste, e Pablo Fernández Vila, diretor do INEGA, durante a sua intervenção.
“A eletrificação da mobilidade empresarial não é apenas uma questão de incorporar veículos elétricos. É um processo muito mais amplo que implica repensar a operação, antecipar necessidades energéticas e planear o investimento a médio prazo”, assinalou Carlos Martínez, chefe de proposta de valor em mobilidade elétrica do BBVA em Espanha.
“As companhias que já estão a avançar neste caminho sabem que tudo começa muito antes, analisando a capacidade elétrica disponível, dimensionando as infraestruturas e definindo como abordar uma transição que pode estender-se durante vários anos. Desde o BBVA acompanhamos as empresas nesse percurso, ajudando-as a estruturar projetos complexos e a tomar decisões com uma visão integral”, acrescentou.