Menos burocracia, apoiar a PMEs no Xacobeo… Os pedidos da patronal galega a Hereu

O presidente da Confederação de Empresários de Galiza, Juan Manuel Vieites, traslada ao ministro que "o fortalecimento e o aumento do tamanho" do tecido industrial "constituem elementos estratégicos de primeira ordem para Galiza"

Reunião da Confederação de Empresários de Galiza com o ministro da Indústria, Jordi Hereu – CEG

Eliminar barreiras à criação industrial, reforçar a unidade de mercado, reduzir encargos administrativos e garantir a segurança jurídica. São algumas das solicitações que o presidente da Confederação de Empresários de Galiza (CEG), Juan Manuel Vieites, transmitiu ao ministro da Indústria, Jordi Hereu, na reunião de trabalho realizada nesta segunda-feira.

Em termos de turismo, a patronal galega pede apoios adicionais que permitam às PMEs desenvolver projetos relacionados ao Xacobeo e reforçar iniciativas que promovam a chegada de visitantes durante todo o ano.

“É momento de continuar impulsionando incentivos dirigidos a empresas que contribuam ativamente para a promoção e desenvolvimento de eventos ligados ao Xacobeo, assim como ao fortalecimento e expansão dos serviços associados. Com o fim de facilitar a participação de pequenas e médias empresas em ações de promoção do Xacobeo, deveriam ser articulados apoios adicionais que permitam a estas empresas desenvolver projetos de diversos tipos diretamente ligados a isso”, explica Vieites.

Neste encontro também participaram, entre outros, o delegado do Governo, Pedro Blanco, e o diretor geral do Sabadell Gallego e diretor geral adjunto do Banco Sabadell, Pablo Junceda, entidade patrocinadora do evento.

O diretor geral adjunto do Banco Sabadell e diretor geral do Sabadell Gallego, Pablo Junceda afirmou que “só a partir do âmbito da cooperação entre o público e o privado podem ser bem geridos os assuntos que afetam o interesse geral.”

Por sua vez, o presidente da CEG, Juan Manuel Vieites, assegurou que “o fortalecimento e o aumento do tamanho” do tecido industrial “constituem elementos estratégicos de primeira ordem para a Galiza”. “Nossa aposta é clara: mais indústria, mais inovação, mais autonomia, mais internacionalização”, afirma.

Neste sentido, explica que “o desenvolvimento de uma indústria ligada à produção, armazenamento e uso eficiente de energias renováveis, assim como o aproveitamento sustentável dos recursos naturais, deve traduzir-se numa vantagem competitiva efetiva para a implantação e consolidação de projetos industriais de alto valor acrescentado em nossa região”.

Comenta el artículo
Sigue al autor

Histórias como esta, na sua caixa de correio todas as manhãs.

Deixe um comentário

ASSINE A ECONOMIA DIGITAL

Cadastre-se com seu e-mail e receba as melhores informações sobre ECONOMIA DIGITAL totalmente grátis, antes de todo mundo!