Rueda chama à reação da Europa diante das “ameaças” de Trump sobre a Groenlândia

"Quando a soberania de um país está ameaçada, o que temos que fazer é saber-nos defender e saber exercer a nossa posição", diz o presidente da Xunta, que mostra o seu rejeito às "formas" de Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump / Al Drago – Pool via CNP / Zuma Press / ContactoPho

O presidente da Xunta distancia-se de Donald Trump, uma figura difícil de gerir também desde a direita política espanhola. Alfonso Rueda admite que não gosta “de todo” das “maneiras” do presidente dos EUA e espera que “ameaças” como as que ele fez sobre Groenlândia “não aconteçam”. No cenário atual, acredita que o melhor que a Europa pode fazer é “preparar-se” para o que possa vir.

“Não gosto de todo das maneiras do presidente dos EUA, mas também penso que, felizmente, estamos vendo que das ameaças ao que depois acontece usualmente há uma variação e essa variação é melhor”, refletiu o líder autonómico, aludindo a que “essas ameaças estão sendo matizadas por alguns membros muito qualificados do Governo dos EUA“.

Na opinião do presidente do Governo galego, “o que a Europa tem que fazer é preparar-se”. “Não estar a ver o que acontece e tomar nota da situação”, recomendou. Rueda considera que a Europa tem que adotar “um protagonismo e uma força” que, na sua opinião, “estava sendo perdida e deve exercer”, dado que tem “capacidade para poder” fazê-lo.

“Portanto, quando a soberania de um país está ameaçada, o que temos que fazer é saber nos defender e saber exercer a nossa posição”, concluiu.

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