O Sindicato Labrego celebra a paralisação do acordo “antidemocrático” entre a UE e o Mercosul
O Sindicato Labrego Galego (SLG) qualifica de "vitória parcial" a decisão da Eurocâmara de paralisar este tratado e enviá-lo à justiça europeia
Protesto em Lugo convocado pela Agromuralla contra o acordo comercial da UE com os países do Mercosul / Agromuralla
O Sindicato Labrego Galego (SLG) celebra a decisão do Parlamento Europeu de paralisar o acordo entre a UE e o Mercosul. A associação defendeu que se trata de uma “vitória parcial” depois de saber que este tratado será enviado à justiça europeia.
O secretário de Ação Sindical do SLG, Brais Álvarez López, participará numa delegação da Coordenadora Europeia Via Campesina (ECVC) que se reunirá nesta sexta-feira, 23 de janeiro (13.00 horas), em Bruxelas com o comissário de Agricultura e Alimentação da Comissão Europeia, Christophe Hansen.
Através de um comunicado, o SLG reclama que se pare “por completo” este “antidemocrático” tratado de livre comércio assinado no Paraguai no passado 17 de janeiro. A este respeito, considera que as mobilizações de pecuaristas e agricultores têm sido chave para deter este acordo, sobre o qual alerta que vai “asfixiar” as fazendas galegas, juntamente com os cortes anunciados da futura Política Agrícola Comum (PAC).
Desde o Sindicato Labrego Galego esperam que a Comissão Europeia pare a parte comercial do acordo. Caso contrário, advertêm que continuarão as mobilizações.