Adolfo Domínguez reduz perdas em 19% até o terceiro trimestre e alcança recorde de vendas em 12 anos

A companhia de Adriana Domínguez continua no vermelho, mas consegue um resultado de exploração positivo e melhora suas margens

Adolfo Domínguez continua sujeito a prejuízos, mas reduz-os. A companhia de moda de Ourense fechou os primeiros nove meses do seu ano fiscal, entre março e novembro, com um prejuízo líquido de 1,34 milhões de euros em comparação com os 1,64 milhões negativos registrados no mesmo período do ano anterior. Deste modo, reduz os números vermelhos em 18,6%.

Quanto às vendas, a companhia fechou o período com 93,3 milhões de euros, o que representa um avanço de 2,5% em relação ao exercício anterior. Destacam-se as declarações de Adriana Domínguez que “é o melhor número de vendas desde 2013”.

Segundo a informação enviada à CNMV, a companhia do estilista ourensano destaca que “sua margem bruta situou-se em 56,6 milhões, com um crescimento em comparação com o exercício anterior de 6,4%”. Expõe que se trata “da melhor cifra de margem bruta em 12 anos”, uma evolução que se deve a menores custos logísticos e promocionais junto com o impacto dos tipos de câmbio.

A prova da evolução positiva do período é o resultado de exploração, o próprio da sua atividade, que se fixou em 779.000 euros, em frente ao vermelho de 475.000 euros de 2024. Suas melhores cifras, indicam, em 16 anos.

“Melhoria notável da margem”

A companhia chegou a novembro de 2025 com 372 pontos de venda em 53 países e com 43,9% das suas vendas fora de Espanha.

O diretor corporativo financeiro de Adolfo Domínguez, Rubén Martín, destacou o trabalho da companhia para maximizar as vendas e a rede comercial, “com uma melhoria notável da margem, do resultado de exploração e uma maior rentabilidade da rede em Espanha, um mercado que continua consolidando apesar da tendência decrescente do setor”.

A companhia registrou aumentos de vendas notáveis no Oriente Médio (+89%) e na América Latina (+13,5%), com subidas superiores a 26% em mercados como Chile, Colômbia, Uruguai e Paraguai.

No México, seu principal mercado na América, o crescimento situa-se nos 6,1%, enquanto na Europa destacam-se os avanços da França (+21,7%), Portugal (+6,7%) e Reino Unido (+4,8%).

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